Impor a um ser humano, desde a sua mais tenra infância, uma moral que impeça e reduza significativamente sua essência à plena realização, limitando-a ao máximo, isto é algo não somente fácil, mas habitual em variadas épocas. Basta conduzí-lo (o que se opera através do processo de 'educação')à percepção das condições de relacionamento físico, instintivo, sensual (do seu 'poder-existir'), como algo pecaminoso, repreensível a qualquer custo. Tal pessoa tornar-se-á "culpada" por "ocultar' vivências muito especiais neste mundo. Ela se fechará ao chamado de múltiplos fenômenos, direcionados ao direito do 'poder-surgir' na luz da sua existência.
Todos experimentamos essa supressão por meio de sentimentos de culpa e remorsos dolorosos: vago, porém, veemente chamado a um 'tornar-se melhor', um 'tornar-se completo'. Tais sentimentos mais vêm à superfície quanto maior a sua distância com a realização da vida.
Alguém assim limitado, só entenderá 'um tornar-se melhor' enquanto 'um obedecer'(progressivamente rigoroso) a ordens e proibições estranhas à sua essência. Empreenderá seus esforços em negar por completo as possibilidades na(da) vida, evitando precisar interpretá-las em contingência de 'pecados' inomináveis. Efeito imediato, aumentará sua 'culpa humana', inserta na 'realidade' admitida. Paralisado, aquém da 'crença' já então assumida, mesmo sem mínima percepção, torna-se guardião da "ordem", zelador da "harmonia".
Não é tarefa que demande intrincada construção, a de tornar um indivíduo cativo de si mesmo, utilizandos os seus distorcidos sentimentos de culpa, desprovidos de autenticidade, pois impostos através de mentalidades alheias a ele próprio.
Trata-se de sofisticada metodologia, manipuladora de neuroses orientadas à mutilação do ser humano, a fim de usurpar-lhe sua essência, subjugando-o aos interesses de uma indeterminada coletividade.
De fato, um 'mecanismo' autônomo, independente de sistemas de governo, livre de ideologias, contudo, ativado na latente predisposição de todos nós para a submissão.
(Caos Markus)
REMETENTE e DESTINATÁRIO alternam-se em TESES e ANTÍTESES. O ANTAGONISMO das CONTRADITAS alçando vôo à INTANGÍVEL verdade.
domingo, 19 de fevereiro de 2012
SEGUNDA-FEIRA, 12 DE MARÇO DE 2012: "OPRIMIR NA SUPRESSÃO"
Impor a um ser humano, desde a sua mais tenra infância, uma moral que impeça e reduza significativamente sua essência à plena realização, limitando-a ao máximo, isto é algo não somente fácil, mas habitual em variadas épocas. Basta conduzí-lo (o que se opera através do processo de 'educação')à percepção das condições de relacionamento físico, instintivo, sensual (do seu 'poder-existir'), como algo pecaminoso, repreensível a qualquer custo. Tal pessoa tornar-se-á "culpada" por "ocultar' vivências muito especiais neste mundo. Ela se fechará ao chamado de múltiplos fenômenos, direcionados ao direito do 'poder-surgir' na luz da sua existência.
Todos experimentamos essa supressão por meio de sentimentos de culpa e remorsos dolorosos: vago, porém, veemente chamado a um 'tornar-se melhor', um 'tornar-se completo'. Tais sentimentos mais vêm à superfície quanto maior a sua distância com a realização da vida.
Alguém assim limitado, só entenderá 'um tornar-se melhor' enquanto 'um obedecer'(progressivamente rigoroso) a ordens e proibições estranhas à sua essência. Empreenderá seus esforços em negar por completo as possibilidades na(da) vida, evitando precisar interpretá-las em contingência de 'pecados' inomináveis. Efeito imediato, aumentará sua 'culpa humana', inserta na 'realidade' admitida. Paralisado, aquém da 'crença' já então assumida, mesmo sem mínima percepção, torna-se guardião da "ordem", zelador da "harmonia".
Não é tarefa que demande intrincada construção, a de tornar um indivíduo cativo de si mesmo, utilizandos os seus distorcidos sentimentos de culpa, desprovidos de autenticidade, pois impostos através de mentalidades alheias a ele próprio.
Trata-se de sofisticada metodologia, manipuladora de neuroses orientadas à mutilação do ser humano, a fim de usurpar-lhe sua essência, subjugando-o aos interesses de uma indeterminada coletividade.
De fato, um 'mecanismo' autônomo, independente de sistemas de governo, livre de ideologias, contudo, ativado na latente predisposição de todos nós para a submissão.
(Caos Markus)
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
DOMINGO, 11 DE MARÇO DE 2012: "PROPOSIÇÃO"
SÁBADO, 10 DE MARÇO DE 2012: "O POSSÍVEL PLAUSÍVEL"
SEXTA-FEIRA, 9 DE MARÇO DE 2012: "PRA LÁ DE PRA FRENTE"
QUINTA-FEIRA, 8 DE MARÇO DE 2012: "VALORAÇÃO SOCIAL DO VERBO"
QUARTA-FEIRA, 7 DE MARÇO DE 2012: "CONSUMAÇÃO UNIVERSALIZADA"
As revelações da inteligência, no seu contato com a universalização contextualizada, não são maiores que as oferecidas pela sensibilidade. Pois, esse mesmo universo, mostrado pela inteligência, não é expressão da felicidade, mas sim consumação do irracional.
A verdade obtida pela reflexão é angustiante, em busca a refletir necessidade efetiva de liberação, pendente de laborioso planejamento e detalhada construção Ela haverá de ser firmada contra a 'realidade conhecida', a fim de indicá-la enquanto 'verdade já inexistente', confirmando o amor em seu lugar. Outra será a vaidade humana: não mais a do homem pretendendo por exclusivo desejo a 'verdade-crença', mas, diversamente, almejando a 'razão sensível', a de um amor que próprio clama a este mundo.
TERÇA-FEIRA, 6 DE MARÇO DE 2012: "OBESIDADE NA BALANÇA DA JUSTIÇA"
O OBESO NA BALANÇA DA JUSTIÇA: DOIS PESOS E UMA MEDIDA
Turma começa exame de ação de orientadora dos Vigilantes do Peso demitida por engordar
O relator do processo,votou no sentido do não conhecimento do recurso da ex-empregada. Segundo ele, apesar das diversas advertências da empresa, a trabalhadora descumpriu a cláusula contratual de manutenção do peso ideal, caracterizando-se, assim, o ato de indisciplina e insubordinação a possibilitar a despedida por justa causa. Para o relator, a empresa, ao ter como orientadora de seus associados uma pessoa fora dos padrões exigidos, estaria "trabalhando contra si própria".
Um outro ministro, porém, abriu divergência. Para ele, a cláusula é abusiva e fere os direitos fundamentais da pessoa, pois não é razoável nem possível obrigar alguém a se comprometer a não engordar. Para o ministro, não foi provado que a trabalhadora descumpriu conscientemente a cláusula. "Essa empregada engordou porque quis?".
O presidente da Segunda Turma, pediu vistas para examinar melhor o caso. Na sua avaliação, a forma física dos orientadores dos Vigilantes do Peso é "um pressuposto de credibilidade" da empresa. Por outro lado, ele questiona se, após quase quinze anos na função, pode-se considerar o aumento de peso como ato de indisciplina, levando-se em conta idade e questões orgânicas que dificultam a perda de peso.
Sem discriminação
Contratada em janeiro de 1992, a orientadora foi demitida em novembro de 2006, com 59 anos. Segundo os autos, ela passou de 74 para 93,8 quilos. A empresa, em contestação ao pedido de descaracterização da justa causa e de indenização por danos morais, alegou que, como orientadores, seus empregados apresentam como requisito essencial perder peso com o programa de emagrecimento do Vigilantes do Peso, a fim de motivar o público.
Indeferido pela 46ª Vara do Trabalho de SP, o pedido também foi negado pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP), para quem não houve demissão discriminatória que atentasse contra a dignidade da trabalhadora, nem violação ao Estatuto do Idoso. O Regional considerou que a exigência de se observar determinado peso é da própria natureza do trabalho desenvolvido por ela e pela empregadora. Aceitar o contrário, destacou o TRT/SP, "seria o fim da própria empresa, com o consequente descrédito da marca e da organização"
DOMINGO, 4 DE MARÇO DE 2012: "FOGOS-FÁTUOS NO OCASO DA ALVORADO DO PODER"
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
SÁBADO, 3 DE MARÇO DE 2012: "CIVILIZAÇÃO CIENTIFICAMENTE ARTÍSTICA"