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Eu defendo o ex-voto. À maneira da figuras esculpidas em madeira ou cera (muitas vezes representando partes do corpo que estavam adoecidas e foram curadas; colocadas em igrejas para pagar promessas), entendo que as promessas nas campanhas políticas só serão pagas se nós -eleitores- cuidarmos do troco. Utilizando a urna como caixa registradora, depositaremos, então, os nossos ex-votos aos candidatos adoecidos no contágio virulento do poder.
(Caos Markus)
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